Braskem reduz seu impacto a partir da produção de plástico de matéria-prima 100% renovável

11/12/2011
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Cada tonelada de Polietileno Verde produzido captura e fixa até 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera.

Em junho de 2007, a Braskem anunciou a produção em caráter piloto do primeiro polietileno desen

volvido a partir do etanol de cana de açúcar certificado mundialmente. A inovação tem como foco utilizar matéria-prima renovável em lugar de derivados de petróleo, e resulta na redução do efeito estufa pela absorção do CO2 da atmosfera no crescimento da cana de açúcar. Para cada tonelada de polietileno verde produzida são sequestradas e fixadas até 2,5 toneladas de CO2.

O Polietileno Verde é uma resina termoplástica feita a partir do eteno obtido do etanol de cana-de-açúcar. Possui propriedades idênticas ao polietileno convencional, que é uma das resinas mais utilizadas em embalagens flexíveis e outros produtos plásticos, com a vantagem de ser feito a partir de matéria-prima proveniente de fontes renováveis. Pode ser utilizado nos maquinários das indústrias de transformação sem qualquer necessidade de investimentos em modificações ou adaptações. É reciclável como todo termoplástico, mas não biodegradável.


O pioneirismo mundial da Braskem ao lançar um plástico de matéria-prima 100% renovável está alinhado com sua estratégia de inovação e com seu compromisso em buscar o desenvolvimento sustentável, correspondendo à expectativa da sociedade brasileira e internacional por iniciativas que contribuam concretamente para a redução dos gases de efeito estufa. Com isso, a empresa atraiu de imediato a atenção de empresas usuárias de produtos à base de polietileno de todo o mundo, tornando-se referência no setor, pela possibilidade de os clientes aliarem a suas marcas esse compromisso com a sustentabilidade.

O polietileno verde é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que recebeu, inicialmente, cerca de US$ 5 milhões em investimentos, parte destinada à implantação de uma unidade-piloto para produzir eteno a partir de matérias-primas renováveis no Centro de Tecnologia e Inovação Braskem. Essa unidade piloto produz 12 toneladas/ano e permitiu o desenvolvimento comercial do produto.

Com o lançamento do projeto, a Braskem abriu perspectivas muito positivas para o desenvolvimento de produtos plásticos feitos a partir de matérias-primas renováveis, um campo em que o Brasil possui vantagens competitivas naturais.
O projeto de fabricação do eteno verde, matéria prima do polietileno, foi aprovado em 2007 e no ano seguinte teve início a construção da unidade industrial em Triunfo (RS), cuja inauguração está prevista para setembro de 2010. Com investimentos da ordem de R$ 500 milhões, a planta terá capacidade para a produção de 200 mil toneladas/ano que serão transformadas em volume equivalente de polietileno verde nas plantas industriais já existentes no pólo petroquímico de Triunfo.

Cada tonelada de Polietileno Verde produzido captura e fixa até 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera, o principal gás causador do efeito estufa, segundo análise de ecoeficiência da Fundação Espaço Eco.

Assim, colabora com a redução do efeito estufa reduzindo 500.000 tCO2e na emissão deste gases. Quando se compara a pegada de carbono do Polietileno Verde da Braskem com o Polietileno verde petroquímico, a vantagem ambiental é ainda maior.

Por essa razão, desde o anúncio da sua certificação, em 2007, o polietileno verde ganhou vários parceiros e clientes em escala experimental, que contribuem para mostrar a sustentabilidade e a eficácia do biopolímero.

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