Com o programa TI Verde, o Itaú Unibanco traz processos mais eficientes e sustentáveis dentro do banco

11/12/2011
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O programa TI Verde evitou deslocamentos que gerariam uma emissão de 236 toneladas de CO2

Trabalhar a sustentabilidade em toda a sua estrutura, com uma política clara e integrada aos negócios, engajando colaboradores e stakeholders externos para assumir um papel de transformação, gerando valor para o negócio e também para a sociedade. Esse é o compromisso do Itaú Unibanco, a maior instituição financeira da América Latina e eleito o banco mais sustentável do mundo no prêmio “2011 FT/IFC Sustainable Finance Awards”, entregue pelo Financial Times e o IFC (International Finance Corporation).

Para mitigar os impactos no meio ambiente, são desenvolvidas algumas ações baseadas nos desafios relativos a critérios socioambientais e mudanças climáticas, por exemplo – dois temas da Essência da Sustentabilidade do banco. O programa TI Verde é um desses exemplos.
A TI (Tecnologia da Informação) Verde traz processos mais eficientes para toda a estrutura do banco, desde mudança de equipamentos a métodos de trabalho, buscando a redução dos custos operacionais e dos impactos no meio ambiente, como a emissão de CO2 e o consumo de energia elétrica. O programa está baseado em quatro pilares: o ciclo de vida dos produtos, a eficiência energética, o green workplace e aplicativos verdes. Vale destacar que a área de TI é responsável por, aproximadamente, 50% da energia elétrica consumida por toda a holding.

Mitigar a emissão de gases causadores de efeito estufa é um dos pontos importantes do programa. O avanço nessa questão veio com as salas de telepresença, implantadas nos pólos administrativos. Ao final de 2009, foram implantadas três salas, que simulam um ambiente real de reunião. Em 2010, o banco implementou mais cinco e, em 2011, mais quatro dessas salas, reduzindo os deslocamentos e, consequentemente, as emissões de GEE. Nas 653 reuniões realizadas nesses locais durante 2010, o Itaú Unibanco evitou que seus colaboradores percorressem 32.955 km terrestres (com economia de custos de táxi/automóveis) e permitiu que 983.892 milhas aéreas fossem economizadas (juntamente com passagens e hospedagem) – deslocamentos que gerariam uma emissão de 236 toneladas de CO2. Em 2011, os números não param de crescer.

De acordo com seu inventário de emissões de gases de efeito estufa, baseado na metodologia GHG Protocol, somente no transporte coletivo de funcionários e serviço de van o banco reduziu a emissão de 2.736,2 (tCO2e) em 2009 para 1.030,4 (tCO2e) em 2010.
A busca pela eficiência energética também está presente no programa e vem com a implementação da virtualização de servidores, modernização da infraestrutura dos Data Centers e a substituição das telas dos computadores, ao final da vida útil, pelas mais eficientes, de LCD. Dessa maneira foi evitado o consumo de energia elétrica de 19.511 GJ.

Com o programa TI Verde foi realizado também o descarte correto de equipamentos eletrônicos obsoletos. Em 2010, o desafio foi no processo de reforma para integração das agências, assim como as mudanças nos data centers, estações de trabalho e estoques, o que gerou aproximadamente, 3.800 toneladas de lixo eletrônico, que foram coletadas por empresas especializadas e descartadas corretamente. Dessa forma, envolveu-se também a cadeia de valor, ao contratar fornecedores para a reciclagem dos equipamentos, que duplicaram seu quadro de funcionários gerando empregos e evitando um comércio informal de equipamentos eletrônicos.

Para 2011, o desafio é diminuir ainda mais a emissão de gases ampliando as salas de telepresença, inclusive para pontos internacionais, entre outros processos de melhoria dos ambientes de tecnologia.

Disclaimer: A empresa atesta e se responsabiliza pela veracidade e rigor das informações relatadas. A Fundação Getulio Vargas se exime de quaisquer responsabilidades sobre as informações prestadas pela empresa. A publicação dos cases não implica em endosso ou aprovação das práticas da empresa pela Fundação Getulio Vargas.

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