Santander promove replantio e contribui para o combate às mudanças climáticas

11/12/2011
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A iniciativa já compensa 100% das emissões diretas e indiretas do Santander

É possível construir um negócio e, ao mesmo tempo, gerar impactos positivos para a sociedade? O Santander acredita que sim. Foi pensando nisso que, em 2009, o banco tornou-se parceiro da Fundação Getulio Vargas na Plataforma Empresas pelo Clima, o que tem contribuído para a evolução da temática das mudanças climáticas na organização.

Antes disso, já havia a estruturação de uma governança climática, incluindo iniciativas para a redução de emissões de gases do efeito estufa. Desde 2005, o Santander já reduziu as emissões por funcionário em 75%, mas apesar de todos os esforços ainda restavam emissões que não puderam ser reduzidas.

A criação elaboração de um Projeto de reflorestamento de áreas degradadas foi uma forma de contribuir ainda mais para o combate à mudança do clima, uma vez que contribui para compensar as emissões que não puderam ser reduzidas.

Inicialmente, o projeto contemplou o Vale do Ribeira, conhecido por ser uma das piores realidades sociais da região sudeste. Segundo o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), a região possui os mais baixos indicadores de saúde, educação e desenvolvimento do Estado de São Paulo. Foi por esses motivos que o Santander escolheu a região para dar início ao projeto.

O Projeto promoveu, em seu primeiro ano, o reflorestamento de 84 hectares de terras nas regiões de Registro e Barra do Turvo, em São Paulo. Por meio da parceria estabelecida com a ONG Gerar, além da recuperação ambiental, a comunidade local foi envolvida e foram desenvolvidos projetos de capacitação e geração de renda para os moradores, relacionados à recuperação e à manutenção das áreas recuperadas.

Alguns exemplos destas iniciativas são a estruturação de cooperativa para criação de mudas de espécies nativas e a capacitação da comunidade para realização do manejo sustentável das 40 mil mudas de palmito Juçara plantadas pelo Projeto na bacia do Rio Juquiá. A ideia é fornecer condições para que a comunidade possa se manter a partir desse aprendizado e do manejo sustentável da floresta.

A Barra do Turvo, que tem parte de seu território dentro do Parque Estadual de Jacupiranga, teve sua área degradada pela pecuária de búfalos. Como solução para a região foram plantadas espécies nativas da região de Mata Atlântica. Em 2010, o Floresta Santander entrou em sua segunda fase, com plantio no Norte do Paraná, em áreas igualmente degradadas, para recomposição de mata nativa.

Atualmente, o projeto, que começou a ser implantado em março de 2008 no Banco Real, já compensa 100% das emissões diretas (frotas de veículos, helicóptero, geradores) e indiretas (eventos, cursos, treinamentos e viagens) do Santander. Até agora foram plantadas um total de 281.125 mudas de árvores.

Além do Projeto de reflorestamento, o Santander possui outras iniciativas socioambientais que podem ser consultadas no portal da instituição.

Disclaimer: A empresa atesta e se responsabiliza pela veracidade e rigor das informações relatadas. A Fundação Getulio Vargas se exime de quaisquer responsabilidades sobre as informações prestadas pela empresa. A publicação dos cases não implica em endosso ou aprovação das práticas da empresa pela Fundação Getulio Vargas.

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